Por Sara Caprario

Olá pessoal!
Antes de tudo: adorei ter sido convidada para colaborar com este blog e me comprometi em ser assídua, mas se isso não ocorrer, me perdoem!!!

Leiam abaixo…

Até onde podemos acreditar no que lemos na rede?

Outro dia precisei com urgência de um oftalmologista pediátrico – coisas de mãe de duas meninas – e, claro, fui fazer a busca na internet. Nos primeiros resultados apareceram várias vezes a mesma profissional, logo pensei em tentar marcar consulta com ela, afinal a credibilidade parecia irretocável. Milagrosamente consegui horário e o pagamento seria com o plano de saúde!

O consultório cheio e mesmo assim ela encaixou minha filha que sofreu uma lesão ocular.
Depois do episódio é que me dei conta de como acreditamos nas coisas que lemos na rede. Neste caso eu realmente acertei, mas nem sempre é assim. Ao fazer uma busca em sites dos mais variados nada deve ser crível até que se prove o contrário, por isso fique atento.

Disseminação de Conteúdos

A profusão de assuntos nas redes sociais e a multiplicação de blogueiros e internautas fez crescer a disseminação de conteúdos. Os jornalistas e pseudo-jornalistas estão em toda parte. O uso dos nomes de pessoas conhecidas para assinar artigos ou comentários é um crime que deveria prever reclusão ou pagamento de multa, afinal brinca-se com isso como se não afetasse as pessoas.

Poderia citar aqui mensagens como a do código da caixa de leite, que inventaram que seria reutilizada dezenas de vezes. Fazia assessoria para o Sindicato dos Laticínios na época, tivemos muito trabalho para desmentir a boataria. Outra mensagem que recebi, mais recente, tratava de salários para presidiários. Eis que meu cunhado, Defensor Público da União, esclareceu os pontos e desmentiu várias das informações ali contidas.

Não replico estas mensagens e sempre que posso tento checá-las. Vício da redação. Informação em muitíssimos casos é vida! Não brinque com isso.

Até a próxima!

Sara Caprario é jornalista formada na UFSC e especializada em Estudos de Jornalismo e Mídia (UFSC). Trabalhou como produtora e apresentadora no Radiojornalismo, repórter da TVBV (Band) e RBS TV (Globo). Assina coluna no portal Acontecendo Aqui, realiza reportagens nos cadernos especiais do Diário Catarinense e realiza trabalhos de assessoria de imprensa e consultoria em comunicação corporativa como sócia da Letra Editorial.

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  • Tiago Lira Vieira

    Penso que esse é um problema crônico próprio da socidade da informação. A internet facilita imensuravelmente, nossas pesquisas por qualquer tipo de informação, mas o contraponto é a veracidade das mesmas.
    Sempre que necessito de confirmação sobre alguma coisa recorro as velhas fontes: colegas, livros, profissionais de confiança e etc. Afinal de contas qualquer indivíduo pode nos dias de hoje, produzir uma boa propaganda através dos meios de comunicação disponíveis.
    Ótimo artigo.

  • http://www.webcontexto.com.br nandalacerda

    O ideal é a utilização de diversas fontes, para que possamos confirmar as informações e checar os fatos.
    Abraços!