O antes

Eu sempre fui muito cuidadoso na administração da minha empresa. Tanto gerencial como operacionalmente, minha atitude sempre se voltou para a resolução de problemas, para o aprendizado e para o crescimento.

Gostava de revisar periodicamente nossos objetivos e colocar metas ambiciosas que nos fizessem crescer.

O início do depois

No início, meu principal parceiro tecnológico me mostrou possibilidades de futuro que nem meu cenário mais otimista ousara prever. A oportunidade de negócio vislumbrada era muitas vezes superior ao meu ponto de equilíbrio. Bem como, o risco óbvio contido na negociação poderia ameaçar algumas coisas já bem estruturadas na empresa.

O depois

Temerosa, comecei a arriscar aos poucos – com projetos beta e testes, muitos testes. Até que passei a confiar naquilo que se apresentava a mim e vi que que não poderia deixar passar tal oportunidade.

Então convoquei minhas energias a batalhar e descobri que aquilo poderia dar muito certo. E que aquele negócio era muito mais fácil, proveitoso e lucrativo do que tudo que eu já vinha fazendo até então. E deu certo.


Durante oito anos.

O agora

Até que eu descobri que parceiros tecnológicos, comerciais, de vida ou de trabalho precisam planejar estrategicamente juntos para conseguirem o que querem. E meu erro não foi não planejar, foi não perceber que o outro lado não tinha um plano.

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