Por Annita Velasque
Todo mundo sabe que “content is king”. E, realmente, trabalhar com conteúdo é a cereja do bolo da web. Afinal, para as empresas não adianta estar em todas as mídias sociais, se não houver links interessantes por lá. Nesse sentido, muitas vezes fazer a curadoria e desenvolvimento de conteúdo para clientes variados é um verdadeiro desafio.
Muitas vezes, é preciso passar por cima de alguns preconceitos na hora de selecionar o que vai para o ar. É comum torcermos o nariz para certos sites, blogs e portais de notícia e termos verdadeiro xodó por outros. Só que, nem sempre o que achamos bacana é o que o público do cliente quer ver. E usar o gosto pessoal como filtro pode ser um erro.
1. No fim do dia, o importante é o resultado.
Se gera Likes e RT’s, esse é o conteúdo rei. Por isso, analise com cuidado a linha editorial definida junto ao cliente, e abra a cabeça para novas possibilidades. Faça testes, mesmo com um conteúdo que à primeira vista não seja tão bacana para você.
Quando os Likes e RT’s chegarem, confira quem curtiu. Tente entender em quê aquele conteúdo foi relevante e para quem. Nesse trabalho esmiuçado, fica mais fácil perceber o que agrada e buscar novas opções de sites e blogs que possam se relacionar à linha editorial. Assim, aos poucos, a lista de fontes cresce e a curadoria fica mais abrangente e robusta.
2. Mídias diferentes, conteúdos diferenciados
Entre as duas mídias mais utilizadas normalmente por empresas, o Twitter e o Facebook, existem diferenças importantes, que devem ser lembradas na hora de distribuir o conteúdo do mesmo cliente.
Enquanto no Twitter não existe espaço para imagens, no Facebook um link solto no ar é o mesmo que nada. Aproveite essas distinções no perfil de cada um para diversificar ainda mais o conteúdo.
Aqueles links para textos, artigos e notícias ficam mais bacanas com uma frase de efeito lançada no Twitter. Já imagens, infográficos, fotos da empresa, dos produtos e serviços, dão mais vista no Facebook.
Nada impede que haja um link entre as duas mídias, e que tudo o que seja postado no Twitter vá para o Facebook. Mas o conteúdo deve ser sempre direcionado de forma a tirar proveito de cada um, da melhor maneira possível.


